O DBA deve, então, ter extremo cuidado com os triggers, garantindo que nenhum seja esquecido para trás. Uma solução é fazer uma query que crie uma listagem de todos os triggers existentes no banco e suas respectivas tabelas. Executando a query nos dois bancos o DBA poderá, com certa facilidade (afinal, na metodologia de desenvolvimento para banco, o uso de triggers é excessão, não regra, por isso haverão poucos), verificar se todos os triggers estão presentes ou não.
Veja a query para obter uma listagem dos triggers e suas respectivas tabelas :
select name,object_name(parent_obj) tabela from sysobjects where xtype=’TR’
Como o volume de triggers normalmente não é muito grande, pois é dada preferência ao uso de procedures, uma simples comparação visual desta lista pode ser suficiente para resolver o problema.
Nota: Uma boa opção é utilizar também o script “Verificando o Status das Triggers” que lhe permite saber todas as triggers existentes em um database e seu respectivo status.

